Imagem Incontinência urinária

Sofre com Incontinência urinária? Descubra como a fisioterapia pode te ajudar!

Quem sofre de incontinência urinária convive constantemente com um problema bastante constrangedor: a dificuldade em segurar o xixi. Apesar de a maioria das pessoas associar essa disfunção aos idosos e crianças, muitos adultos estão sujeitos ao desenvolvimento de incontinência urinária, provocado por fatores e hábitos, como uso de bebida alcoólica constante, cigarro, diabetes, menopausa, excesso de peso etc.

Tipos de incontinência

Para que você compreenda melhor sobre esse problema é preciso salientar que existem três tipos de incontinência urinária: a de esforço, de urgência e a mista. A de esforço, como o próprio nome já sugere, acontece quando a urina solta devido a algum esforço praticado pela pessoa, como corrida, levantamento de peso, caminhada, agachamento, tosse, risada etc. Já a de urgência é desencadeada por um reflexo miccional inesperado, sem que, necessariamente, a pessoa esteja com a bexiga cheia. A mista é a junção das duas variações anteriores, ocorrendo simultaneamente em um indivíduo.

Como forma de tratamento, muitas pessoas procuram especialistas que acabam indicando medicamentos controlados, que podem provocar alguns efeitos colaterais indesejados, e nem sempre funcionam plenamente, principalmente quando o paciente já está em idade mais avançada. Por conta disso, a fisioterapia pélvica tem se mostrado bastante eficaz para diminuir esse problema e proporcionar uma maior qualidade de vida para essas pessoas.

Nos três casos, a fisioterapia pélvica pode ser aplicada, sendo necessário que o especialista avalie o assoalho pélvico (AFA) do paciente para indicar os melhores exercícios para cada caso. É preciso que este faça um estudo urodinâmico para que as chances de erro no diagnóstico sejam reduzidas.

O tratamento consiste em fortalecer a musculatura do assoalho pélvico do paciente, de modo que o mesmo consiga contraí-lo instantaneamente assim que tiver vontade de urinar.

Como funciona o tratamento?

Na maioria dos casos são feitos exercícios específicos que irão fortalecer o assoalho pélvico com o tempo, que podem ser apoiados em bolas de pilates, cadeiras, acessórios, entre outros, aparelhos próprios para a prática. Geralmente os exercícios consistem em contrair e descontrair a região íntima, e estimular a posição que fazemos xixi nesses aparelhos para estimular essa contração.

É possível fazer, por exemplo exercícios deitados, como o da ponte, em que se levanta o bumbum e se contrai o assoalho pélvico, como se estivesse segurando a urina, desfazendo e refazendo esse movimento diversas vezes.

Além desses exercícios simples, que podem ser praticados no consultório em um primeiro momento e depois em casa pelo paciente, a fisioterapia também se utiliza de outros recursos, como eletroestimulação, biofeedback, cinesioterapia, cones vaginais e massagem perineal. Estes devem ser feito exclusivamente por um especialista  em fisioterapia pélvica e recomendados de acordo com cada caso.

Apesar da fisioterapia pélvica apresentar efeitos bastante positivos para esse problema, alguns casos mais críticos acabam necessitando de intervenção cirúrgica. Porém, isso não quer dizer que os exercícios da fisioterapia devem ser banidos. Eles ajudam no fortalecimento da musculatura do assoalho pélvico, garantindo assim um melhor resultado para a cirurgia a longo prazo.

Acesse  nossos serviços através do site : www.soniatakara.com.br. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco através do telefone: (11) 4777-9311.

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